Profa. Dra. Sílvia Ester Orrú

Graduação em Pedagogia, Pós-graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Mestrado e Doutorado em Educação. Pós-doutorado em Educação pelo Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença (LEPED) da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. É professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília - UnB. Atualmente é professora colaboradora na Universidade Federal de Alfenas - Unifal, Campus Poços de Caldas, MG e no Programa de Pós-graduação em Educação. É autora de livros, capítulos e artigos em periódicos nacionais e internacionais. É coordenadora do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Aprendizagem e Inclusão (LEPAI).

Compartilhar saberes
Educação Permanente

AÇÕES DESENVOLVIDAS

Atenção à Comunidade
 

Estudo e pesquisa sobre as possibilidades de aprendizagem levando-se em conta as singularidades de aprendizes com deficiência ou com demandas específicas em seu processo de aprendizagem.

Colaborar na formação de profissionais da educação, da saúde e das demais áreas do conhecimento em prol de uma sociedade cada vez menos excludente.

Compartilhar ideias, vivências e ações sobre inclusão e acessibilidade. Realizar encontros com a comunidade e consultorias às escolas e universidades.

MINHAS PESQUISAS

É possível produzir uma igualdade universal de seres humanos e promover igualdades universais para eles? O que temos a dizer sobre a condição da diferença entre os seres humanos? Que problemas encontramos no campo temático da inclusão que se coloca como divisor de águas no tempo e no espaço em que imigramos para uma educação de todos e para todos? E o que a diferença tem a ver com os processos educacionais dialógicos e inclusivos? São desassossegos que demandam o re-inventar da inclusão no processo de ensinar e aprender de todos nós. 

 Há uma forte tendência à supervalorização de diagnósticos médicos em nossa sociedade, contudo esse instrumento rotula, classifica e marginaliza a criança com autismo em sua vida escolar. Como consequência do diagnóstico, destaca-se a medicalização da vida escolar da criança cujo impacto iatrogênico é fator preponderante para o fracasso escolar. Apesar de alguns avanços nas políticas públicas para crianças e adolescentes com autismo, as ações pedagógicas pouco tem se revelado inclusivas, ao contrário, se assujeitam ao determinismo biológico imposto pelo diagnóstico e se esquecem de observar as singularidades dos alunos com autismo nos processos de ensinar e aprender.

Laboratório de Estudos e Pesquisas em

Aprendizagem e Inclusão (LEPAI)

© 2010 por LEPAI

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